Quarta-feira, 27 de Janeiro de 2010

Fugitivo e desterrado.

 

D. Luís de Vasconcelos e Sousa teve de abandonar Portugal por duas vezes. Uma, anda novo, acusado de cumplicidade na morte do Conde de Vimioso, no decorrer de uma disputa durante um jogo da péla, no palácio real, outra quando, no decorrer de um “Golpe e Estado”, o Infante D. Pedro depôs o irmão D. Afonso VI do qual era Valido, D.Luis de Vasconcelos, vendo-se este obrigado a retirar-se para a sua casa em Pombal, acoitando-se primeiro, em Torres Vedras. Mais tarde passou clandestinamente para Espanha, já que até em Pombal era perseguido.Esta segunda fuga é a que importa para a construção do Convento de St. António e Igreja do Cardal.

sinto-me: Estarrecido
publicado por MaiaCarvalho às 15:16
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Sexta-feira, 22 de Janeiro de 2010

Conde de Castelo Melhor

Preço: EUR 18,00
Editora:
 Câmara Municipal de Vila Nova de Foz Côa
Ano do Livro:
 2001
Ano da Edição:
 2001
Nº Páginas:
 344
Encadernação:
 Brochado

 

 

«Virgínia Rau, que foi modelar historiadora, estranhando a inexistência de uma biografia do 3.° Conde de Castello Melhor, apontou, no prefácio das Cartas do Marquês de Sande, dele contemporâneo, a necessidade de que alguém um dia a viesse a escrever com fôlego merecido sobre tão alta individualidade. O presente trabalho representa uma tentativa para dar resposta a tal apelo e, sobretudo, o cumprimento sentido pelo autor em retratar, na obediência à mais escrupulosa objectividade, a figura deste seu Avô que contribuiu, de forma decisiva, para a continuação de Portugal como Nação livre.
Verdade é que Jorge Borges de Macedo, na obra Os Grandes Portugueses, definiu, em poucas mas luminosas páginas, o essencial do perfil de Castello Melhor e que Fernando Palha, no século passado, forneceu valiosos elementos sobre o seu exílio - O Conde de Castello Melhor no Exílio - mas o homem, enquanto personalidade e como político, exigia mais achegas, capazes de, com o apoio de fontes colhidas nos arquivos, se fazer ressaltar, em toda a medida do possível, enquanto destacado e decisivo interveniente nas complexidades e nas dificuldades do tempo em que exerceu o poder por entre perigos para a própria vida e dificuldades que se lhe levantaram maldosa e obstinadamente.
Não é o autor senão um interessado praticante da História e, por tal facto, não se lhe podem estranhar faltas na metodologia seguida nem na continuidade do discurso, pensando o mesmo que, apesar de tudo, a presente obra contribuirá, para um conhecimento mais íntimo e alargado de quem foi e por que razões de patriotismo agiu Luís de Vasconcellos e Souza, 3.° Conde de Castello Melhor.
Sabemos que não compulsámos todas as fontes disponíveis, sobretudo as que existem nos Estados Unidos, por exemplo, onde permanece boa parte do Arquivo da Casa dos Vasconcellos e Souza, mas obtivemos, no Quai d'Orsay e na Bibliotheque Nationale de Paris, elementos preciosos que se adicionaram aos de uma documentação inédita que se encontra em Portugal.
Utilizámos, para além disso, entre outras obras: O Mercúrio Português, A Catástrophe e a Anti-Catástrophe, O Anno Histórico, A História Genealógica da Casa Real Portuguesa, Cartas do Padre António Vieira, A História de Portugal Restaurado, Le Portugal et /'Atlantique au XVlléme Siecle, de Fréderic Mauro, Francisco da Silveira de Vasconcellos e Souza, A Ascensão e Queda dos Grandes Impérios, a documentação dos Reservados da Biblioteca Nacional de Lisboa e da Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra, as Cartas do Primeiro-Ministro enquanto exilado em Turim (1668-1687), em Paris e Londres, recheadas de informações minuciosas e esclarecedoras a que se adicionam as que constam do livro de Fernando Palha.
De tudo provirá não um resultado completo e definitivo, iluminando-se, porém, com novas luzes, o palco em que decorreram momentos de subida glória e acções mesquinhas da cabala que terrivelmente se armou contra a acção de um génio político, que foi uma pessoa de bem, vindo a sucumbir devido ao vendaval das intrigas que se lhe armaram na Corte.”
(Prefácio do Autor)»

 

Hoje é só uma citação do descendente do nobre Conde. Logo começaremos a discorrer por nossa cabeça. Mas indo sempre beber a esclarecidas fontes.

sinto-me: Historiador
publicado por MaiaCarvalho às 21:05
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